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Maria Conceição Machado Silva - Experiências de mobilidade no âmbito do programa Erasmus Voltar

sexta-feira, 30/01/2026    Escola de Ciências da UMinho
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De nacionalidade portuguesa, Conceição Machado integra a Escola de Ciências da Universidade do Minho (ECUM), onde exerce funções no Núcleo de Gestão de Projetos. Ao longo do seu percurso profissional, tem valorizado a aprendizagem contínua, a partilha de boas práticas e o contacto com diferentes contextos institucionais como motores de crescimento pessoal e profissional.
No âmbito do programa Erasmus+ – Staff Mobility for Training, participou em várias mobilidades internacionais, nomeadamente na Karadeniz Technical University, na Turquia (2022), na University of Applied Sciences in Nysa, na Polónia (2023), e mais recentemente na Hellenic Mediterranean University, em Chania, Creta, na Grécia (2025). Estas experiências permitiram-lhe conhecer diferentes modelos de organização dos serviços académicos e administrativos, bem como trocar experiências com colegas de outros países, reforçando competências que procura aplicar no seu trabalho diário na ECUM.

Para Conceição Machado, o programa Erasmus+ destaca-se pela forte componente de partilha e aprendizagem mútua, assumindo um papel relevante no desenvolvimento profissional e na valorização pessoal — uma experiência que afirma querer repetir.

Como surgiu esta oportunidade de participar em intercâmbios?

Surgiu através da divulgação interna da instituição - Unidade de Serviços de Apoio à Internacionalização -, no âmbito do programa Erasmus+.

O que a motivou?

A possibilidade de adquirir novas competências profissionais e pessoais. Vi no Erasmus+ uma excelente oportunidade de crescimento, aprendizagem contínua e enriquecimento cultural.

Em cada mobilidade, qual foi o trabalho desenvolvido?

Participei em atividades de job shadowing, workshops, visualização de vídeos, trabalhos de grupo e visitas culturais.

Teve alguma dificuldade de adaptação ao local, às pessoas, à cultura? Se sim, qual?

Não. A adaptação foi fácil, apesar de pequenas diferenças linguísticas e culturais.

Quais foram as principais diferenças encontradas entre o trabalho nos países por onde passou e o nosso, a nível de academia?

Procedimentos similares, talvez uma maior utilização de ferramentas digitais e organização dos serviços.

Implementou na UMinho alguma ideia do que viu nos locais por onde passou?

Sim, procurei adaptar algumas das boas práticas observadas, nomeadamente ao nível da organização do trabalho.

Qual foi a experiência que mais a marcou? E porquê?

A partilha de experiências com colegas de outros países, pela aprendizagem mútua.

Considera que é importante para a sua carreira?

Sim, contribuiu para o meu desenvolvimento profissional e valorização pessoal.

Voltaria a repetir a experiência?

Sim, sem hesitar.

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