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Escola de Ciências assinalou 51 anos com aposta no futuro da investigação científica e em novas infraestruturas Voltar

segunda-feira, 23/02/2026    Escola de Ciências da UMinho
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Presidente da Escola destacou investigação fundamental, inovação pedagógica e necessidade de novo edifício.
“Celebrar não é apenas recordar, mas projetar o futuro”. A ideia foi transmitida no passado dia 23 de fevereiro por José Manuel González-Méijome, durante a cerimónia do 51.º aniversário da Escola de Ciências da Universidade do Minho (ECUM), realizada no Teatro Jordão, em Guimarães.

Perante uma sala cheia, o presidente da ECUM enumerou estratégias para o futuro, apontando como grande objetivo o projeto de um novo edifício, considerado uma “necessidade estratégica incontornável”, essencial para o desenvolvimento da atividade científica e pedagógica. A par desta meta, destacou a renovação e diversificação da oferta formativa, a proposta de licenciaturas mais flexíveis — como as licenciaturas duplas —, o reforço da competitividade dos Centros de Investigação e a conclusão do Plano de Contratação e Progressão de Docentes, Investigadores e Trabalhadores Técnicos, descritos como “condições essenciais para a sustentabilidade da Escola”.

O responsável sublinhou ainda o compromisso com o equilíbrio orçamental, algo que “há quatro anos parecia inatingível”, salientando que o Plano de Ação apresenta uma “execução média superior a 75%, com 47% das 70 medidas propostas concluídas e 31% com execução igual ou superior a 75%”.

Reitor da UMinho sublinha importância da Escola de Ciências


Em dia de comemoração, o reitor da Universidade do Minho, Pedro Arezes afirmou que a Escola de Ciências continua a ser “uma das matrizes fundadoras da nossa Universidade e um dos pilares mais robustos”, defendendo o papel central da investigação fundamental para enfrentar desafios atuais. Destacou também a divulgação científica, lembrando que “levar a Ciência ao espaço público é também cumprir a nossa missão, a missão da Universidade”.

Referindo-se às mudanças no sistema científico nacional, que envolvem a Fundação para a Ciência e Tecnologia e a Agência Nacional de Inovação, considerou que estas trazem “oportunidades, mas também incertezas”, defendendo financiamento estável e avaliações adequadas ao tempo longo da investigação.

No plano académico, destacou novos graus duplos que integrarão a oferta do próximo ano letivo, elogiando a “criatividade institucional” que permite percursos mais exigentes e articulados. Sobre infraestruturas, reconheceu a necessidade de um novo edifício para responder ao crescimento da atividade da Escola de Ciências, mas frisou que um projeto dessa dimensão “exige financiamento externo significativo e um enquadramento em programas nacionais e europeus, não dependendo apenas da vontade da Universidade”.

Na mensagem final, dirigida a jovens e famílias, salientou que escolher Ciências é optar por uma formação “sólida e exigente, que desenvolve pensamento crítico, capacidade de resolver problemas em concreto e domínio de ferramentas essenciais num mundo cada vez mais tecnológico e incerto”.

A cerimónia incluiu a entrega de prémios de Reconhecimento e de mérito, momentos musicais ao piano pelo aluno Tomás Barros, do Mestrado em Técnicas de Caracterização e Análise Química, e a palestra “Epistemologias Visuais e Narrativas – Imagem e Discursividade na Ciência”, proferida por João Paulo André, docente do Departamento de Química. Encerrou com um Porto de Honra.

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