Arqueologia Agrária no Extremo (Arcos de Valdevez): Materialidade e Documentação (séculos XVII a XIX): Apresentação da investigação da tese de mestrado de Arqueologia de Clara Lemos que está relacionada com a Escola no Território do Extremo.
A vida secreta dos objetos: o antropólogo como detetive: Inspirada nos processos da engenharia reversa, esta oficina propõe analisar um conjunto de objetos para interrogar a sociedade que os produziu. Em vez de partir de dinâmicas culturais para explicar os seus artefactos, propomos o exercício inverso: partir dos objetos para interpretar e especular sobre os contextos e formas de organização social.
Descobrir os têxteis do passado: investigação, cor e materiais: Nesta atividade, os visitantes poderão descobrir como a investigação histórica permite reconstruir os materiais, as técnicas e as cores dos têxteis do passado. Através da observação e manipulação de documentos históricos, fibras, fios, tecidos e corantes naturais, provenientes de projetos de investigação e de atividades de arqueologia experimental, como o projeto REVIVE (2022.01243.PTDC), será possível conhecer as diferentes etapas da produção têxtil e compreender como os investigadores estudam este património. Os participantes poderão ainda experimentar a tecelagem em pequenos teares, reproduzindo padrões inspirados em modelos históricos e tradicionais.
Fortalezas da Fronteira: um projeto de Ciência Cidadã: Vídeo resumo do projeto internacional “Fortalezas da Fronteira “.
Instalação Interativa Media Arts: Apresentação de trabalhos de investigação desenvolvidos pelos estudantes do Mestrado em Media Arts.
Microcredencial ARQUS Living Lab Heritage and Society: Apresentação da microcredencial através de vídeo, posters e trabalhos dos estudantes.
Ruínas Industriais: o Património do Complexo Mineiro da Borralha, Salto, Montalegre: As Minas da Borralha, freguesia de Salto, Montalegre, foram o principal centro mineiro de exploração de volfrâmio em Portugal. Com atividade entre 1902 e 1986, e com dois períodos de paragem em 1944-46 e em 1958-62, o complexo mineiro apresenta hoje um conjunto de edifícios e espaços de grande valor patrimonial, alguns musealizados. O projeto pretende construir uma memória fotográfica atual de diversos edifícios arruinados, a realização de exposição fotográfica e produção de um catálogo da exposição. A participação nesta mostra vai mostrar alguns dos resultados preliminares do levantamento fotográfico.
«Terra do nevoeiro»: uma coreografia de tarefas: Apresentação da investigação da tese de mestrado de Arquitetura de Célia Barbosa que está relacionada com a Escola no Território Extremo.
Communitas: Apresentação em vídeo da plataforma Communitas.
Escola do Território: Ciência Cidadã em Ação: Espaço interativo sobre participação das comunidades na produção de conhecimento e valorização do património e território.
Memória Pública e IA gen: Apresentação de estudo sobre mediação algoritmica da memória pública realizado no âmbito do projeto de doutoramento em Estudos Culturais.
O Círculo Encantado da sexualidade: Inspirada no Círculo Encantado de Gayle Rubin, esta dinâmica utiliza uma “figura” com diferentes práticas/ expressões acerca da sexualidade (ex.: homossexualidade, pornografia, sexo casual, monogamia, masturbação, sexo em grupo, relações por dinheiro, etc.). Cada participante atira um dardo para a imagem e, a partir da prática que saiu, o grupo identifica os principais mitos, preconceitos e estereótipos que lhe estão associados. A discussão é orientada pela investigadora, promovendo a desconstrução desses mitos e estimulando o pensamento crítico sobre a forma como a sociedade molda aquilo que devemos ou não sentir/desejar e adotar (ou não) como prática.
O Purgatório em Braga (séculos XVII XVIII): Pretende-se analisar o funcionamento do Purgatório, demonstrando crenças populares e a força da Igreja Católica, num tempo em que todos se preocupavam com a salvação da alma.
Pára, pensa, verifica!: Todos os dias recebemos notícias, imagens, vídeos e opiniões que disputam a nossa atenção. Nesta atividade interativa, os participantes são convidados a parar, pensar e verificar, enfrentando pequenos desafios sobre desinformação, conteúdos gerados por inteligência artificial, publicidade, influenciadores e algoritmos. O objetivo é experimentar estratégias simples para avaliar a credibilidade dos conteúdos e tomar decisões mais conscientes no ambiente digital.
Retrospetiva do Museu Virtual da Lusofonia: diversidade cultural e artística do espaço de língua oficial portuguesa: A atividade propõe a exploração de um percurso virtual pelas exposições disponíveis no Museu, dando a conhecer a diversidade de vozes, narrativas e contextos que integram o seu acervo. A partir desta experiência, pretende-se estimular a reflexão crítica sobre o conteúdo visual e sonoro das exposições e o seu enquadramento histórico e social, valorizando a pluralidade de perspetivas e contribuindo para um maior conhecimento mútuo entre os países e comunidades lusófonas.
Curtas CONCILIARE: Apresentação de projeto/s de curta-metragem sobre processo de co-criação no âmbito do projeto CONCILIARE (Horizonte Europa).
JÁ REPARASTE? Uma experiência para descobrir a cidade através da arte, da escuta e da investigação : Como se conhece uma cidade? Apenas olhando para ela? Ou também escutando-a, caminhando pelos seus lugares, observando os seus detalhes e conversando com quem a habita? Nesta atividade, a Passeio convida os participantes a experimentar diferentes formas de conhecer a cidade através de imagens, paisagens sonoras, publicações e pequenos desafios de observação e escuta. Inspirada em projetos desenvolvidos ao longo dos últimos dez anos, a atividade propõe uma reflexão sobre a forma como arte e investigação podem ajudar-nos a descobrir os lugares que habitamos.
Património Vivo para a Infância: quando as crianças interpretam o património arqueológico: Promovida pelo Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho, esta atividade apresenta os resultados do projeto Património Vivo para a Infância (2026), através da exibição de um vídeo que documenta uma experiência de investigação interdisciplinar em arqueologia, educação patrimonial e comunicação do património. O projeto integrou a Escola de Verão Luso-Brasileira "Cultura Material e Educação Patrimonial", desenvolvida em parceria entre a Universidade do Minho e a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS, Brasil), reunindo docentes, investigadores e estudantes das áreas da Arqueologia, Comunicação, Educação e Património Cultural. Ao longo do projeto participaram estudantes da Licenciatura e do Mestrado em Arqueologia, Educação e do Doutoramento em Património Cultural da Universidade do Minho, que acompanharam as atividades desenvolvidas nas Termas Romanas do Alto da Cividade e em contexto escolar, culminando na criação da Fabulação Patrimonial Infantil, uma narrativa construída pelas próprias crianças a partir das suas experiências e interpretações do património arqueológico.
O vídeo evidencia o potencial da investigação colaborativa para aproximar ciência e sociedade, demonstrando como a arqueologia, em articulação com a educação e a comunicação, pode promover a participação das crianças na valorização do património cultural e na construção de novas formas de conhecimento.
TedEx-perience do PolObs: Esta atividade propõe um percurso interativo em dois momentos para apresentar o trabalho do PolObs (Observatório de Políticas de Ciência, Comunicação e Cultura). No primeiro momento, os participantes são convidados a jogar um quiz rápido ("Verdade ou Mito”) para testar as suas perceções sobre dados reais de investimento e políticas de Ciência, Comunicação e Cultura em Portugal. No segundo momento, os participantes são convidados a responder, no Mural do PolObs, à pergunta: "Se tivesses o poder de decidir, qual seria a tua prioridade para a Ciência, Comunicação e Cultura em Portugal?”.
Braga sob os nossos pés: novas descobertas da Arqueologia Urbana: Promovida pelo Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho, esta atividade apresenta cinco pósteres científicos que divulgam resultados recentes de investigações desenvolvidas no âmbito dos mestrados e doutoramentos em Arqueologia. Os trabalhos dão a conhecer diferentes estudos sobre a evolução urbana de Braga, desde a época romana até períodos mais recentes, abordando temas como a arquitetura, a cultura material, a ocupação do território e as transformações da cidade ao longo do tempo. Através desta mostra, os visitantes poderão conhecer como a investigação arqueológica contribui para reconstruir a história de Braga, compreender os métodos utilizados pelos arqueólogos e descobrir o papel da arqueologia urbana na valorização, proteção e divulgação do património cultural. A atividade pretende aproximar a investigação científica da sociedade, dando visibilidade aos projetos desenvolvidos por estudantes e investigadores da Universidade do Minho e demonstrando como a arqueologia produz conhecimento relevante para a compreensão do passado e para a gestão do património no presente.
Inteligência artificial em clínicas de fertilidade: assemblagens éticas: A inteligência artificial está a transformar as clínicas de fertilidade, sendo cada vez mais utilizada para analisar embriões e óvulos, apoiar decisões clínicas e prever o sucesso dos tratamentos. Esta atividade propõe uma reflexão sobre o impacto destas tecnologias nas decisões reprodutivas e nas relações entre saúde, mercado e inovação tecnológica. Quem decide o que os dados revelam sobre gâmetas e embriões: profissionais de saúde, empresas tecnológicas, algoritmos ou pacientes? A inteligência artificial pode promover escolhas mais informadas ou criar novas formas de desigualdade? Pretende-se discutir de que forma estas tecnologias influenciam o modo como imaginamos a parentalidade e os futuros reprodutivos, bem como os desafios éticos e sociais que colocam.
Preservação da fertilidade: desafios sociais e éticos: O envelhecimento demográfico, as transformações dos percursos familiares e profissionais e as desigualdades no acesso aos cuidados de saúde colocam novos desafios às decisões reprodutivas na Europa. Esta atividade propõe uma reflexão sobre os imaginários sociais associados à maternidade em idades mais avançadas e à preservação da fertilidade, explorando os benefícios, riscos e dilemas éticos destas tecnologias. Pretende-se analisar como fatores sociais, económicos, de género e de cidadania influenciam o acesso à preservação da fertilidade e as escolhas reprodutivas na sociedade contemporânea.
Projecto ForMAT: Apresentação em vídeo do projecto ForMAT, entrega de flyers e discussão com investigadoras do ICS-UMinho envolvidas (https://format-forensics.eu/).
Conversas em torno dos Living Labs: Sessão de conversa com o público sobre Living Labs nas Ciências Sociais.
Experiências Mediatizadas de Violência Ginecológica e Obstetra.
JustFutures: Futuros Climáticos e Transformações Justas: Narrativas e Imaginários Políticos dos Jovens: Apresentação de um poster com os principais resultados do projeto “JustFutures: Futuros Climáticos e Transformações Justas: Narrativas e Imaginários Políticos dos Jovens” [2021-2025, PTDC/COM-OUT/7669/2020], com coordenação da Professora Anabela Carvalho (Universidade do Minho). A funcionar a partir das 18h00.
GENTEEL – Novelas gráficas e violência de género: A atividade visa apresentar os mapas interativos que o projeto exploratório GENTEEL – Novelas Gráficas contra a Violência de Género desenvolveu como instrumento para investigadores e professores do ensino secundário. Os mapas incluem referências às novelas gráficas publicadas em língua portuguesa sobre o tema da violência de género, assim como descrições das mesmas. Nota: Adequado a jovens adultos (16+), mas não a crianças.
As doenças têm História? : Apresentação e discussão das doenças e epidemias que se verificaram em Portugal nos séculos XIX e XX.
A publicação em ciências sociais hoje: por quem, como, onde, para quem?: Edições CRIA: / Etnográfica Press: Revista Etnográfica e Coleções Etnográfica Press (livros). Edições CECS: Comunicação & Sociedade e RLEC. Edições CICS: Configurações". Apresentação, seguida de debate, sobre a atividade editorial em ciências sociais à prova de novos desafios.